
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
12 razões para ir ao cinema em 2010

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Crítica de Lua Nova (Parte II)



4. Compre Batom.
Marque a alternativa incorreta:
Onde deve estar o batom vermelho-cereja quando você pede sua namorada em casamento?
a ( ) Na boca da sua namorada
b ( )Na bolsa da sua namorada
c ( )Na mesa de maquiagem da sua namorada, no quarto dela, não importa, contanto que esteja bem longe de você!
d (X )Na SUA boca, porque você é Edward Cullen, o vampiro mais maquiado de todos os tempos.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Noite sem lua: crítica de Lua Nova (Parte I)

Tinha que acontecer, depois de nove meses (uma gravidez!) de espera. Finalmente! Fui ao cinema em 20 de novembro como quem não esperava outra coisa da vida. Só a "preparação" foi um espetáculo à parte. Na noite anterior, eu havia ido ver pela terceira vez This Is It, o filme sobre os últimos ensaios de Michael Jackson e provavelmente o melhor filme do ano na categoria documentário, indizível. Quando cheguei ao cinema, achei que havia alguma ameaça de bomba: centenas, literalmente centenas de pessoas sentadas no chão. Só quando olhei direito é que vi que não eram quaisquer pessoas, mas sim adolescentes, e não estavam lá para ver Michael Jackson, mas Edward Cullen - era a pré (eu disse pré) estréia de Lua Nova. Pensei então no meu ingresso comprado com sei lá quantos meses de antecedência e na minha sessão à meia-noite e meia da noite seguinte: "tô ferrada!"
De fato, na noite seguinte éramos eu e mais três mulheres - na idade em que vemos nossa adolescência de binóculo - sentadas no chão em meio às garotas de 14 anos que tinham prova no dia seguinte. Foi inusitado, para não dizer divertido, especialmente porque não éramos as únicas próximas ou além dos 30 anos a estar quase pulando num pé só de ansiedade: as irmãs mais velhas da garotas de 14 anos e seus namorados e - coitados - maridos, também estavam lá. E muito, muito mais gente que isso. A fila tinha seguramente uns 50 metros e isso, dentro de um shopping, não é pouca coisa! Eu já vi aglomeração, eu já vi histeria, eu estive em estréias de Harry Potter - nada, nem de longe, se compara ao frenesi de Crepúsculo.
Depois de exercitar um verdadeiro esquema tático ("fulana corre na frente, segura dois lugares, eu vou pela direita, faço alguém tropeçar, derrubo pipoca no chão, distraio o atendente, você vai pela esquerda, escorrega no corrimão, se joga de boca nos lugares restantes, etc., etc.") finalmente conseguimos entrar e sentar - apenas com ferimentos leves! - e a diversão começou. Só que...não.
A sensação que eu tive ao ver Lua Nova pela primeira vez (e eu precisava rever - e revi - para ter melhor perspectiva) foi mais ou menos a que muitas mulheres têm ao fazer sexo também pela primeira vez: era isso?
Não que o filme seja ruim, melhor que Crepúsculo ele já é e, acreditem, isso é uma enorme vantagem. Mas é que...sabe? Eu queria lagosta e me serviram um prato de camarão. Tudo bem, eu adoro camarão, mas...tinha que ser lagosta! Não foi bem decepção. O que eu senti foi um anti-clímax, provavelmente resultante de meses acumulados de ansiedade. O conselho é velho, mas válido: sempre é melhor esperar menos de algo.
Mas, tudo bem. Meu amor pela série é tamanho, eu tenho tamanha identificação com os livros que se filmassem em Super 8 eu ia querer ver e provavelmente acharia um jeito de gostar. E vamos aos pontos positivos:
1. Parece um vampiro, move-se como um vampiro, então deve ser um vampiro. Obrigada, produção, por fazer com que os vampiros fossem não só de uma cor só como também que tivessem uma nítida diferença da pele dos "humanos". Esses caras estão agora parecendo mesmo gente morta. Bonita, mas morta. Também gostei das lentes de contato que "iluminaram" muito o rosto dos atores e lhes deram um ar mítico, como deve ser. E a movimentação, hein, que beleza? Quer cena mais deliciosamente vampiresca do que Victoria correndo dos lobos na floresta e um corvo voando filmado de cima, em câmera lenta, para dar a idéia da rapidez da moça? Sucesso total.
2.La bella Italia. A fotografia é muito mais bonita e interessante do que no primeiro filme, mesmo quando se trata só de Forks. Da Itália então, nem se fala, locações lindíssimas! A paleta de cores de dourados, amarelos e vermelhos escolhida pelo diretor é muito mais estimulante do que no filme anterior onde a floresta, as casas e as pessoas eram verdes. Bola dentro!
3. Brilha, brilha, estrelinha! Os efeitos do brilho na pele dos vampiros - ou do vampiro, pois só Edward aparece brilhando de fato - ficou excelente. O que foi descrito no livro como "pele que se fragmentava em milhões de diamantes" é o que realmente se vê na tela. E puxa, como Robert Pattinson brilha bem, vamos combinar!
4. Ninguém sofre como Kristen Stewart. Ninguém. Eu tenho um milhão de motivos a mais na vida para reclamar do que ela jamais vai poder pensar em ter e, ainda assim, não conseguiria sofrer com tanta categoria. Não sei de onde ela tira tanta urucubaca, mas a moça sabe passar desespero. E quem leu sabe que isso era imprescindível.
5.O tempo passa. Outubro-novembro-dezembro foi uma passagem linda. Eu me preocupei que não conseguissem retratar a sensação de vazio, imobilidade e dor de Bella nos três primeiros meses sem Edward, mas o recurso de câmera giratória, embora já conhecido, foi uma ótima saída. As fotografias que vão desaparecendo da parede à medida que as pessoas também vão se afastando da vida de Bella só deixaram a cena mais interessante.
6. Querida Alice. Fazer Bella tentar contatar Alice por e-mail, além de modernizar e dar mais realismo a história foi uma boa alternativa para que o espectador (principalmente o que não leu os livros) pudesse entender um pouco do sofrimento de Bella e seu vazio interior. Os e-mails repetidamente devolvidos reforçaram a sensação de desamparo.
7. Eu sou o Lobo Mau. Taylor Lautner. O filme é dele, da primeira à última cena. Talvez o risco de perder o papel tenha feito o garoto se dedicar à preparação física - pausa para um suspiro, e que a polícia não ouça - e psicológica do personagem como quem vai à guerra. Deu certo, ele é Jacob Black dos pés - passando pela barriga-tanquinho-viva-viva-que-beleza-vamos-parando-porque-é-crime - à cabeça. Sem mencionar que ele tem possivelmente os dentes mais lindos que eu já vi Digo, ele está atuando realmente bem. Sério. *Cof*Cof*Cof*. Sério mesmo.
8. Os reis da noite. Ah, os Volturi! A fina flor dos condenados, a realeza vampírica! A bichice e o refinamento elevados à décima potência, só atingidos pelos que possuem muitos séculos de existência. Os Volturi - Michael Sheen (Aro) mais do que qualquer outro - são irrepreensíveis. A cena da "tua cantante" é um enlevo. Fiquei sorrindo sozinha, no escuro.
9. Aqui, Rex! Os lobisomens são nem maiores, nem menores, nem mais e nem menos assustadores do que deveriam ser. Têm mais de cachorros do que de lobos, mas deve-se levar em conta que eles são monstrinhos do bem e, portanto, não precisavam ser coisas disformes. Tudo certo.
10. Everybody Loves Charlie. Billy Burke é, senão o melhor, um dos melhores atores do filme todo. Suas expressões de escárnio, descrédito e preocupação com a sanidade mental da filha são impagáveis. Todos os personagens humanos - e isso inclui Mike Newton, Jessica, Harry Clearwater, todos! - estão excelentes. Não foram poucas as vezes que, por causa deles, dei boas risadas. Muito bom o diretor ter dado esse destaque, sendo que no livro eles pouco aparecem.
A parte "negra" da review fica para amanhã. Vocês já caíram de sono aí?
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
A mãe de todas as vergonhas
Logo depois da formatura, quando Arruda firmou-se na política, me lembrei do filho dele e pensei: "esse está com a vida feita." Aqui em Brasília é comum considerarmos os filhos de políticos como os grandes privilegiados (materialmente falando) da carreira de seus pais, mas também como um câncer da cidade, devido a seu comportamento desvairado. Via de regra, os boyzinhos filhos de deputados e senadores acabam chamando atenção para si mesmos das mais tristes formas, desde de brigas de gangues em boates que terminam em facadas até assassinatos escandalosos de mendigos, índios queimados, envolvimento com drogas e tráfico...vocês conhecem o esquema. Felizmente, eu nunca vi o nome de meu ex-colega citado em algo do tipo, e lembro de ler com cuidado as notícias policiais secretamente desejando que nunca visse.
Em 2001, quando houve o escândalo de quebra de sigilo do painel do Senado, foi também no filho de Arruda que pensei. Fiquei chocada e envergonhada com aquilo, eu tinha só 20 anos na época, recém-começava a faculdade e essa devia ser mais ou menos a idade do filho dele também. Pensei que era um golpe muito duro na família e pensei nas piadinhas inevitáveis que os filhos devem ter ouvido na escola, faculdade, trabalho. Nunca cheguei a considerar que Arruda tivesse feito aquilo com o conhecimento dos filhos. Simplesmente não me agradava a idéia de que eu havia estudado com um aprendiz de criminoso do colarinho branco.
Quando Arruda se candidatou, eu desconfiava. Não votei nele. O escândalo do painel, na minha opinião, não deveria ter sido esquecido tão fácil. Mas ele era uma alternativa razoável a Joaquim Roriz, indiscutivelmente o administrador mais irresponsável, incompetente e coronelista que o DF já conheceu, uma figura odiosa sob todos os aspectos. Então, apesar de ter escolhido para vice Paulo Octávio, cuja má-fama corre aqui na cidade como o vento, considerei que, se Arruda ganhasse, dos males, o menor.
Pensei muito de novo no filho dele quando Arruda foi eleito. Cheguei a tentar descobrir por amigos em comum se ele estava trabalhando com o pai, se havia se recuperado do escândalo de 2001, se estava bem e até mesmo fiquei curiosa se a namorada que merecera um Oscar continuava a mesma. Não consegui nenhuma informação, só a de que a família procurava viver de forma discreta, posição sempre recomendável e que, infelizmente, poucos políticos seguem.
Qual não foi minha surpresa quando o governo do pai do meu ex-colega vingou, depois de uma resistência inicial dos brasilienses, e vingou bem! Vi a cidade ficar livre de invasões, de buracos colossais em que perdíamos, na chuva, senão um pneu, às vezes o carro todo. Vi a enxurrada de pedintes que nunca obtiveram os lotes prometidos pelo governo anterior ser retirada das ruas, vi camelôs receberem um espaço próprio e legalizado para trabalhar, vi urbanização, alargamento de avenidas, vi o metrô funcionando depois de tanto tempo parado que já havia se tornado uma lenda, uma piada. Vi a cidade crescer de forma que eu, sua filha, não a reconheci mais. Era uma cidade grande, enfim. E me orgulhei dela, e do governo que ela tinha. Talvez agora as maledicências e piadas que meu colega tenha ouvido anos atrás tivessem que ser engolidas pelas mesmas bocas que as pronunciaram e isso, visto pela perspectiva de uma adolescência difícil, como a minha foi e como a dele pode ter sido, me agradou.
Chegariam as próximas eleições e eu, sem dúvida, votaria em Arruda. Até, é claro, sexta-feira passada. Quando li a notícia da divulgação do recebimento de propina, um sentimento de extremo mal-estar se apossou de mim. Mas foi bem mais do que isso, me senti desolada, abandonada, como a garota que descobre que o pai não foi à sua apresentação de balé. Me senti uma criança indefesa e boba, que acreditou tempo demais em Papai Noel.
Qual o sentido de tudo, então? O que eram essas obras, esse crescimento, essa transformação do nosso pedaço seco de Goiás em uma cidade linda e verdadeiramente cosmopolita? Para que tudo isso se acabaria se revelando tão desonesto e canalha quanto tantos outros? Para que fazer essa imensa população tão achincalhada acreditar que havia enfim alcançado o respeito junto ao resto do Brasil?
Não tenho grande (nenhum, é verdade) conhecimento político, mas sei um bocado de sentimentos, de dor moral, conheço bem essa "sensação de nunca mais": nunca mais confiar, nunca mais acreditar, nunca mais sentir segurança na palavra de alguém. É uma surpresa desagradável (e inacreditável) de Natal, às vésperas do ano do cinquentenário da cidade, com tudo - tudo - sinalizando que teríamos um 2010 ainda mais promissor..
Penso de novo em meu colega, cujo pai governava (governa?) Brasília até três dias atrás. Terá esse pai coragem de explicar ao filho o que de fato aconteceu? Pior: tendo esse filho a consciência do ato do pai, terá sido conivente, ou morre de vergonha como tantos brasilienses agora, que sentem como se tivessem sido traídos por um parente próximo, confiável, o tio boa-gente que consertava os patins da criançada nas férias?
Somos todos crianças desamparadas em Brasília hoje. E agora?
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Nunca é tarde, sempre é tarde...
Por Charles Thomson
Quando surgiu ontem a notícia de que há duas semanas atrás, Evan Chandler, pai de Jordan Chandler, deu um tiro em sua própria cabeça, poucas lágrimas foram derramadas apesar dos melhores esforços da mídia para elogiá-lo.
A maioria dos meios de comunicação estão divulgando Chandler como "o pai do menino que acusou Jackson de abuso sexual infantil". Errado. Chandler foi o pai que acusou Jackson de molestar seu filho.As acusações iniciais contra Jackson não foram feitas por Jordan Chandler, mas por seu pai Evan, apesar da insistência de Jordan de que Jackson nunca o tinha tocado de forma inadequada, uma postura que o rapaz manteve por vários meses.As relações entre o pai do menino e Jackson tinham azedado no início de 1993, quando Evan pediu ao popstar para construir uma casa para ele e Jackson recusou educadamente. Um roteirista fracassado, Chandler contactou Jackson pouco depois e lhe pediu para negociar três ofertas de roteiro em seu nome. Se Jackson não cumprisse, disse ele, o acusaria de abusar sexualmente de seu filho. Jackson não cumpriu - e o resto é história.
Conforme revelado por Mary Fischer em seu artigo de 1994 para a revista "GQ", intitulado 'Was Framed Michael Jackson?' - Jordan Chandler apenas alegou ter sido molestado por Jackson após Evan - um dentista de profissão - dopá-lo com uma droga alucinógena chamada amytal de sódio, que é conhecido por induzir a síndrome da falsa memória.Mesmo quando Jordan Chandler começou a seguir a linha de seu pai, o seu testemunho foi tão convincente que o Promotor Tom Sneddon levou seu caso para três júris distintos e nenhum deles lhe permitiu fazer acusações contra Michael Jackson. Ao contrário do mito amplamente divulgado, Jordan Chandler não descreveu com precisão os órgãos genitais de Jackson. Dentre outras imprecisões, ele alegou que Jackson foi circuncidado, enquanto fotografias da polícia provaram que ele não era.Sem surpresa, nenhuma dessas informações fez o seu caminho em reportagem da mídia sobre a morte de Evan Chandler.
Em vez disso, o suicídio de Chandler é visto como mais uma oportunidade de jogar lama em Michael Jackson e perpetuar os mesmos mitos antigos sobre as alegações de 1993 - particularmente no que diz respeito ao acordo.As notíciários em todo o mundo estão reportando uma vez mais que em 1994 Jackson pagou aos Chandlers por uma acordo. Isto é total ficção.Os documentos judiciais da época dizem claramente que a seguradora de Jackson "negociou e pagou o acordo sobre os protestos do Sr. Jackson e seus assessores jurídicos pessoais".Jackson nem sequer concordou com a resolução, quanto mais pagou.
Entre as publicações que reciclaram esse velho absurdo está o "The Sun", para quem eu dei muitas vezes contribuição como um especialista em Michael Jackson. Fui contactado ontem, e pediram para fornecer informações sobre Evan Chandler e as alegações de 1993, o que fiz. No entanto, nenhuma de minhas informações foram utilizadas - muito provavelmente porque refletem muito bem Jackson.
Mitos que implicam culpa de Jackson são, evidentemente, mais importantes do que as verdades que o exoneram.Notando que o artigo do The Sun sobre o suicídio de Chandler continha várias imprecisões factuais (mais proiminente que Jordan iniciou as alegações de abuso sexual e que Jackson pagou à família uma liquidação) entrei em contato com dois membros do pessoal do jornal - o meu contato habitual e o jornalista que escreveu o artigo. Nenhum e-mail foi respondido e o artigo não foi alterado. Em outro lugar, o "The Mirror" teve um rank muito mais alto na escala de absurdos na tentativa de retratar Chandler como algum tipo de mártir. "O pai Evan Chandler do caso sexual de Michael Jackson queria justiça, mas acabou destruído", dizia a manchete. Justiça? Se Evan Chandler queria justiça, por que ele fez contato com Jackson para pedir um contrato de três roteiros de filme antes de ir à polícia? Se ele queria justiça, por que ele aceitou uma solução com a seguradora de Jackson? Na verdade, o acordo inclui uma cláusula que afirma que dizia que Evan aceitava o pagamento em vez de um julgamento civil, mas isso não afetaria a capacidade da família em testemunhar em um processo criminal. Portanto, se Evan Chandler queria justiça, por que ele não permitiu que a polícia avançar com a sua investigação? O título, juntamente com grande parte do artigo, é um disparate.Tendo tomado da seguradora de Jackson a quantia inferior a $15 milhões (e não os $20 milhões ditos pela imprensa), em 1996 Evan Chandler tentou processar Jackson por mais US $60milhões após afirmar que o disco HIStory da estrela foi uma violação da cláusula de confidencialidade do acordo.
Além de tentar processar Jackson, Chandler solicitou que o tribunal lhe permitisse produzir um disco de resposta chamado "EVANstory".É, isso mesmo.Então, o homem que o "The Mirror" afirma que apenas tinha "pensamento de justiça" queria lançar um álbum de música sobre o suposto abuso de seu filho pré-adolescente.O "The Mirror" aludiu ao fato das relações entre Jordan e os seus pais terem sido tensas a partir de 1993, mas colocou a culpa em Jackson, alegando que o trauma do caso os tinham separado.
Na realidade, Jordan Chandler foi ao tribunal quando ele tinha 16 anos e ganhou a emancipação jurídica de ambos os pais. Quando chamado para aparecer no julgamento de Jackson de 2005, ele se recusou a testemunhar contra seu ex-amigo. Se ele tivesse ido, a equipe jurídica de Jackson tinha um número de testemunhas que estavam dispostas a testemunhar que Jordan - que hoje mora em Long Island sob um nome falso - havia dito a eles nos últimos anos que ele odiava seus pais pelo o que o fez dizer em 1993, e que Michael Jackson nunca o havia tocado.
A evidência em torno das alegações de 1993 apóia completamente a inocência de Michael Jackson. É por esta razão que, durante a longa investigação, que continuou por muitos meses antes da seguradora de Jackson ter negociado um acordo, Michael Jackson nunca fora preso e ele nunca foi acusado de qualquer crime.A evidência sugere esmagadoramente que Evan Chandler planejou as alegações como um esquema para ganhar dinheiro, acreditando que iria ajudá-lo a alcançar seu sonho de trabalhar em Hollywood. Uma fita gravou conversas telefônicas onde se ouve ele dizer que o bem-estar do menino é "irrelevante" e afirma que ele queria tomar de Jackson tudo o que ele merecia (Clique em http://www.buttonmonkey.com/misc/maryfischer.html para o artigo de Maria Fischer na GQ, que contém transcrições dos telefonemas).A evidência de Mary Fischer mostra que, assim como a falsificação de abuso sexual de seu próprio filho em uma trama de extorsão elaborada, quando Jordan se recusou a jogar junto com Evan este o drogou com substâncias que alteram a mente em uma tentativa de enganá-lo a acreditar que ele foi molestado.Mas mesmo drogar uma criança como parte de um lote de extorsão não foi o ponto mais baixo de Evan Chandler. Este veio quando ele pediu ao tribunal para lhe permitir lançar um álbum de música sobre o suposto abuso sexual de seu próprio filho.
Se Evan Chandler queria justiça, ele conseguiu há duas semanas.Quanto à mídia, este último incidente cimenta mais uma vez a relutância quase total da indústria em relatar com precisão e honestidade sobre Michael Jackson, em particular sobre as acusações falsas de abuso sexual que foram feitas contra ele. Nenhuma das informações acima e as provas foi incluído em qualquer artigo sobre o suicídio de Chandler que li até agora, apesar do fato de eu, pessoalmente, tê-las entregues a pelo menos um jornal que já tinha me contratado em outras oportunidades como um perito de Jackson para outras histórias. Fatos de justificação são negligenciados em favor de mitos eróticos. Um negro humanitário é tachado como um pedófilo e seu chantagista branco é pintado como um mártir.
Quanto à Jordy Chandler, talvez com o seu pai desaparecido, ele encontre a coragem para fazer a coisa honrosa. Talvez ele virá à tona em algum lugar e dirá ao mundo o que ele está dizendo a seus amigos por mais de uma década - que Michael Jackson nunca colocou um dedo sobre ele. Até então, eu suspeito que ele vai viver com o mesmo tormento que parece finalmente atingiu seu pai, desconfiadamente logo após a morte da maior vítima de tudo isso, Michael Jackson.
Charles Thomson é um escritor freelance baseado em Essex. Um especialista em black music, Charles tem contribuído para revistas, incluindo "Mojo" e "Wax Poetics", bem como a edição de sua revista própria, "Jive". Uma autoridade em música soul e funk, Charles apareceu no programa ''Electric Proms Round-Up"em 2006, onde ele foi visto falando com James Brown. Charles desde então tem trabalhado para o "The Sun" como uma especialista em Michael Jackson e foi entrevistado pela Sky News, BBC News 24 e Serviço Mundial da BBC, na noite da morte da estrela.
Recebi de Daniel Azambuja, a quem agradeço imensamente.
New Moon is rising...tonight!!!
Pode ser que seja fantástico, pode ser que seja um tremendo fiasco. Mas não importa...chegou!!! Só o que eu me diverti na espera, valeu a pena!


